Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) concentraram nesta segunda-feira os principais duelos no segundo debate entre os candidatos à Presidência da República.
Enquanto Dilma e Marina, empatadas na liderança das intenções de voto nas pesquisas, travaram os principais confrontos, Aécio Neves (PSDB), agora numa distante terceira posição, concentrou seus ataques à presidente.
Por conta das regras do encontro realizado por SBT, Jovem Pan, UOL e Folha de S. Paulo, não duelou diretamente com Marina nenhuma vez.
Já na primeira pergunta do debate, Dilma atacou a proposta de política econômica de Marina, afirmando que ela geraria desemprego e recessão, e seu discurso sobre governabilidade.
"Quem escolhe os bons não somos nós presidentes, é o povo brasileiro", disse Dilma em resposta ao discurso de Marina de que, se eleita, governará com os melhores no Congresso Nacional.
Marina, por sua vez, fez ataques duros à gestão da Petrobras e à polìtica econômica de Dilma e repetiu que a presidente não reconhece os problemas.
"A estabilidade econômica foi uma conquista da sociedade brasileira que, infelizmente, foi negligenciado no governo da presidente Dilma", disse a candidata do PSB.
Aécio, por sua vez, disse mais uma vez que o governo Dilma fracassou e que ele representa uma mudança segura.
"A nossa mudança é uma mudança consistente", garantiu o tucano, acrescentando que não se "converteu" a posições diferentes do que defende há décadas, numa alusão ao histórico político de Marina, que durante muitos anos foi do PT.


Ex-presidente do Bahia e do Tribunal de Contas do Município (TCM), Paulo Maracajá, garantiu na manhã dessa segunda-feira (1°) não estar articulando candidatura própria ou apoiando um postulante para a nova diretoria do tricolor. Nos mês de dezembro, os sócios do clube irão eleger novo presidente em substituição a Fernando Schmidt.
Indicados pelo técnico Gílson Kleina, os meias palmeirenses Mazinho e Patrik Vieira podem pintar no Bahia ainda durante esta semana que se inicia. O tricolor já havia manifestado interesse no primeiro há cerca de uma semana, mas o Verdão ainda não decidiu se vai liberar ou não os atletas para o Esquadrão, o que deve acontecer nos próximos dias.
O contrato que selou a compra da aeronave Cessna, que caiu com o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), não cita nome nem informações sobre quem adquiriu a aeronave e não foi registrada no cartório. A Folha de S.P teve acesso ao contrato que só traz uma assinatura ao lado do local e data da proposta de compra (Recife, 15 de maior de 2014), nada usual para uma negócio de quase R$ 20 milhões.
Após mais um vexame no Barradão, o Vitória já volta as atenções para a Copa Sulamenricana, onde enfrenta o Sport, na partida de volta, nesta quarta-feira (03), no seu estádio. A exemplo do que aconteceu no jogo de ida, quando venceu os pernambucanos na Ilha do Retiro, o time baiano vai para a competição internacional com uma equipe mista.
